Vademecum da Legislação Pátria

Legislação Doutrina Jurisprudência Súmulas Artigos Juridicos

P A R T E G E R A L

LIVRO I DAS PESSOAS

TÍTULO I DAS PESSOAS NATURAIS

CAPÍTULO I DA PERSONALIDADE E DA CAPACIDADE

CAPÍTULO II DOS DIREITOS DA PERSONALIDADE

CAPÍTULO III DA AUSÊNCIA

Seção I Da Curadoria dos Bens do Ausente

Seção II Da Sucessão Provisória

Seção III Da Sucessão Definitiva

TÍTULO II DAS PESSOAS JURÍDICAS

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO II DAS ASSOCIAÇÕES

CAPÍTULO III DAS FUNDAÇÕES

TÍTULO III Do Domicílio

LIVRO II DOS BENS

TÍTULO ÚNICO DAS DIFERENTES CLASSES DE BENS

CAPÍTULO I DOS BENS CONSIDERADOS EM SI MESMOS

Seção I Dos Bens Imóveis

Seção II Dos Bens Móveis

Seção III Dos Bens Fungíveis e Consumíveis

Seção IV Dos Bens Divisíveis

Seção V Dos Bens Singulares e Coletivos

CAPÍTULO II DOS BENS RECIPROCAMENTE CONSIDERADOS

CAPÍTULO III DOS BENS PÚBLICOS

LIVRO III DOS FATOS JURÍDICOS

TÍTULO I DO NEGÓCIO JURÍDICO

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO II DA REPRESENTAÇÃO

CAPÍTULO III DA CONDIÇÃO, DO TERMO E DO ENCARGO

CAPÍTULO IV DOS DEFEITOS DO NEGÓCIO JURÍDICO

Seção I Do Erro ou Ignorância

Seção II Do Dolo

Seção III Da Coação

Seção IV Do Estado de Perigo

Seção V Da Lesão

Seção VI Da Fraude Contra Credores

CAPÍTULO V DA INVALIDADE DO NEGÓCIO JURÍDICO

TÍTULO II DOS ATOS JURÍDICOS LÍCITOS

TÍTULO III DOS ATOS ILÍCITOS

TÍTULO IV DA PRESCRIÇÃO E DA DECADÊNCIA

CAPÍTULO I DA PRESCRIÇÃO

Seção I Disposições Gerais

Seção II Das Causas que Impedem ou Suspendem a Prescrição

Seção III Das Causas que Interrompem a Prescrição

Seção IV Dos Prazos da Prescrição

CAPÍTULO II DA DECADÊNCIA

TÍTULO V DA PROVA

P A R T E    E S P E C I A L

LIVRO I DO DIREITO DAS OBRIGAÇÕES

TÍTULO I DAS MODALIDADES DAS OBRIGAÇÕES

CAPÍTULO I DAS OBRIGAÇÕES DE DAR

Seção I Das Obrigações de Dar Coisa Certa

Seção II Das Obrigações de Dar Coisa Incerta

CAPÍTULO II DAS OBRIGAÇÕES DE FAZER

CAPÍTULO III DAS OBRIGAÇÕES DE NÃO FAZER

CAPÍTULO IV DAS OBRIGAÇÕES ALTERNATIVAS

CAPÍTULO V DAS OBRIGAÇÕES DIVISÍVEIS E INDIVISÍVEIS

CAPÍTULO VI DAS OBRIGAÇÕES SOLIDÁRIAS

Seção I Disposições Gerais

Seção II Da Solidariedade Ativa

Seção III Da Solidariedade Passiva

TÍTULO II DA TRANSMISSÃO DAS OBRIGAÇÕES

CAPÍTULO I DA CESSÃO DE CRÉDITO

CAPÍTULO II DA ASSUNÇÃO DE DÍVIDA

TÍTULO III DO ADIMPLEMENTO E EXTINÇÃO DAS OBRIGAÇÕES

CAPÍTULO I DO PAGAMENTO

Seção I De Quem Deve Pagar

Seção II Daqueles a Quem se Deve Pagar

Seção III Do Objeto do Pagamento e Sua Prova

Seção IV Do Lugar do Pagamento

Seção V Do Tempo do Pagamento

CAPÍTULO II DO PAGAMENTO EM CONSIGNAÇÃO

CAPÍTULO III DO PAGAMENTO COM SUB-ROGAÇÃO

CAPÍTULO IV DA IMPUTAÇÃO DO PAGAMENTO

CAPÍTULO V DA DAÇÃO EM PAGAMENTO

CAPÍTULO VI DA NOVAÇÃO

CAPÍTULO VII DA COMPENSAÇÃO

CAPÍTULO VIII DA CONFUSÃO

CAPÍTULO IX DA REMISSÃO DAS DÍVIDAS

TÍTULO IV DO INADIMPLEMENTO DAS OBRIGAÇÕES

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO II DA MORA

CAPÍTULO III DAS PERDAS E DANOS

CAPÍTULO IV DOS JUROS LEGAIS

CAPÍTULO V DA CLÁUSULA PENAL

CAPÍTULO VI DAS ARRAS OU SINAL

TÍTULO V DOS CONTRATOS EM GERAL

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

Seção I Preliminares

Seção II Da Formação dos Contratos

Seção III Da Estipulação em Favor de Terceiro

Seção IV Da Promessa de Fato de Terceiro

Seção V Dos Vícios Redibitórios

Seção VI Da Evicção

Seção VII Dos Contratos Aleatórios

Seção VIII Do Contrato Preliminar

Seção IX Do Contrato com Pessoa a Declarar

CAPÍTULO II DA EXTINÇÃO DO CONTRATO

Seção I Do Distrato

Seção II Da Cláusula Resolutiva

Seção III Da Exceção de Contrato não Cumprido

Seção IV Da Resolução por Onerosidade Excessiva

TÍTULO VI DAS VÁRIAS ESPÉCIES DE CONTRATO

CAPÍTULO I DA COMPRA E VENDA

Seção I Disposições Gerais

Seção II Das Cláusulas Especiais à Compra e Venda

Subseção I Da Retrovenda

Subseção II Da Venda a Contento e da Sujeita a Prova

Subseção III Da Preempção ou Preferência

Subseção IV Da Venda com Reserva de Domínio

Subseção V Da Venda Sobre Documentos

CAPÍTULO II DA TROCA OU PERMUTA

CAPÍTULO III DO CONTRATO ESTIMATÓRIO

CAPÍTULO IV DA DOAÇÃO

Seção I Disposições Gerais

Seção II Da Revogação da Doação

CAPÍTULO V DA LOCAÇÃO DE COISAS

CAPÍTULO VI DO EMPRÉSTIMO

Seção I Do Comodato

Seção II Do Mútuo

CAPÍTULO VII DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO

CAPÍTULO VIII DA EMPREITADA

CAPÍTULO IX DO DEPÓSITO

Seção I Do Depósito Voluntário

Seção II Do Depósito Necessário

CAPÍTULO X DO MANDATO

Seção I Disposições Gerais

Seção II Das Obrigações do Mandatário

Seção III Das Obrigações do Mandante

Seção IV Da Extinção do Mandato

Seção V Do Mandato Judicial

CAPÍTULO XI DA COMISSÃO

CAPÍTULO XII DA AGÊNCIA E DISTRIBUIÇÃO

CAPÍTULO XIII DA CORRETAGEM

CAPÍTULO XIV DO TRANSPORTE

Seção I Disposições Gerais

Seção II Do Transporte de Pessoas

Seção III Do Transporte de Coisas

CAPÍTULO XV DO SEGURO

Seção I Disposições Gerais

Seção II Do Seguro de Dano

Seção III Do Seguro de Pessoa

CAPÍTULO XVI DA CONSTITUIÇÃO DE RENDA

CAPÍTULO XVII DO JOGO E DA APOSTA

CAPÍTULO XVIII DA FIANÇA

Seção I Disposições Gerais

Seção II Dos Efeitos da Fiança

Seção III Da Extinção da Fiança

CAPÍTULO XIX DA TRANSAÇÃO

CAPÍTULO XX DO COMPROMISSO

TÍTULO VII DOS ATOS UNILATERAIS

CAPÍTULO I DA PROMESSA DE RECOMPENSA

CAPÍTULO II DA GESTÃO DE NEGÓCIOS

CAPÍTULO III DO PAGAMENTO INDEVIDO

CAPÍTULO IV DO ENRIQUECIMENTO SEM CAUSA

TÍTULO VIII DOS TÍTULOS DE CRÉDITO

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO II DO TÍTULO AO PORTADOR

CAPÍTULO III DO TÍTULO À ORDEM

CAPÍTULO IV DO TÍTULO NOMINATIVO

TÍTULO IX DA RESPONSABILIDADE CIVIL

CAPÍTULO I DA OBRIGAÇÃO DE INDENIZAR

CAPÍTULO II DA INDENIZAÇÃO

TÍTULO X DAS PREFERÊNCIAS E PRIVILÉGIOS CREDITÓRIOS

LIVRO II DO DIREITO DE EMPRESA

TÍTULO I DO EMPRESÁRIO

CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO E DA INSCRIÇÃO

CAPÍTULO II DA CAPACIDADE

TÍTULO II DA SOCIEDADE

CAPÍTULO ÚNICO DISPOSIÇÕES GERAIS

SUBTÍTULO I DA SOCIEDADE NÃO PERSONIFICADA

CAPÍTULO I DA SOCIEDADE EM COMUM

CAPÍTULO II DA SOCIEDADE EM CONTA DE PARTICIPAÇÃO

SUBTÍTULO II DA SOCIEDADE PERSONIFICADA

CAPÍTULO I DA SOCIEDADE SIMPLES

Seção I Do Contrato Social

Seção II Dos Direitos e Obrigações dos Sócios

Seção III Da Administração

Seção IV Das Relações com Terceiros

Seção V Da Resolução da Sociedade em Relação a um Sócio

Seção VI Da Dissolução

CAPÍTULO II DA SOCIEDADE EM NOME COLETIVO

CAPÍTULO III DA SOCIEDADE EM COMANDITA SIMPLES

CAPÍTULO IV DA SOCIEDADE LIMITADA

Seção I Disposições Preliminares

Seção II Das Quotas

Seção III Da Administração

Seção IV Do Conselho Fiscal

Seção V Das Deliberações dos Sócios

Seção VI Do Aumento e da Redução do Capital

Seção VII Da Resolução da Sociedade em Relação a Sócios Minoritários

Seção VIII Da Dissolução

CAPÍTULO V DA SOCIEDADE ANÔNIMA

Seção Única Da Caracterização

CAPÍTULO VI DA SOCIEDADE EM COMANDITA POR AÇÕES

CAPÍTULO VII DA SOCIEDADE COOPERATIVA

CAPÍTULO VIII DAS SOCIEDADES COLIGADAS

CAPÍTULO IX DA LIQUIDAÇÃO DA SOCIEDADE

CAPÍTULO X DA TRANSFORMAÇÃO, DA INCORPORAÇÃO, DA FUSÃO E DA CISÃO DAS SOCIEDADES

CAPÍTULO XI DA SOCIEDADE DEPENDENTE DE AUTORIZAÇÃO

Seção I Disposições Gerais

Seção II Da Sociedade Nacional

Seção III Da Sociedade Estrangeira

TÍTULO III DO ESTABELECIMENTO

CAPÍTULO ÚNICO DISPOSIÇÕES GERAIS

TÍTULO IV DOS INSTITUTOS COMPLEMENTARES

CAPÍTULO I DO REGISTRO

CAPÍTULO II DO NOME EMPRESARIAL

CAPÍTULO III DOS PREPOSTOS

Seção I Disposições Gerais

Seção II Do Gerente

Seção III Do Contabilista e outros Auxiliares

CAPÍTULO IV DA ESCRITURAÇÃO

LIVRO III DO DIREITO DAS COISAS

TÍTULO I DA POSSE

CAPÍTULO I DA POSSE E SUA CLASSIFICAÇÃO

CAPÍTULO II DA AQUISIÇÃO DA POSSE

CAPÍTULO III DOS EFEITOS DA POSSE

CAPÍTULO IV DA PERDA DA POSSE

TÍTULO II DOS DIREITOS REAIS

CAPÍTULO ÚNICO DISPOSIÇÕES GERAIS

TÍTULO III DA PROPRIEDADE

CAPÍTULO I DA PROPRIEDADE EM GERAL

Seção I Disposições Preliminares

Seção II Da Descoberta

CAPÍTULO II DA AQUISIÇÃO DA PROPRIEDADE IMÓVEL

Seção I Da Usucapião

Seção II Da Aquisição pelo Registro do Título

Seção III Da Aquisição por Acessão

Subseção I Das Ilhas

Subseção II Da Aluvião

Subseção III Da Avulsão

Subseção IV Do Álveo Abandonado

Subseção V Das Construções e Plantações

CAPÍTULO III DA AQUISIÇÃO DA PROPRIEDADE MÓVEL

Seção I Da Usucapião

Seção II Da Ocupação

>Seção III Do Achado do Tesouro

Seção IV Da Tradição

Seção V Da Especificação

Seção VI Da Confusão, da Comissão e da Adjunção

CAPÍTULO IV DA PERDA DA PROPRIEDADE

CAPÍTULO V DOS DIREITOS DE VIZINHANÇA

Seção I Do Uso Anormal da Propriedade

Seção II Das Árvores Limítrofes

Seção III Da Passagem Forçada

Seção IV Da Passagem de Cabos e Tubulações

Seção V Das Águas

Seção VI Dos Limites entre Prédios e do Direito de Tapagem

Seção VII Do Direito de Construir

CAPÍTULO VI DO CONDOMÍNIO GERAL

Seção I Do Condomínio Voluntário

Subseção I Dos Direitos e Deveres dos Condôminos

Subseção II Da Administração do Condomínio

Seção II Do Condomínio Necessário

CAPÍTULO VII DO CONDOMÍNIO EDILÍCIO

Seção I Disposições Gerais

Seção II Da Administração do Condomínio

Seção III Da Extinção do Condomínio

CAPÍTULO VIII DA PROPRIEDADE RESOLÚVEL

CAPÍTULO IX DA PROPRIEDADE FIDUCIÁRIA

TÍTULO IV DA SUPERFÍCIE

TÍTULO V DAS SERVIDÕES

CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO DAS SERVIDÕES

CAPÍTULO II DO EXERCÍCIO DAS SERVIDÕES

CAPÍTULO III DA EXTINÇÃO DAS SERVIDÕES

TÍTULO VI DO USUFRUTO

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO II DOS DIREITOS DO USUFRUTUÁRIO

CAPÍTULO III DOS DEVERES DO USUFRUTUÁRIO

CAPÍTULO IV DA EXTINÇÃO DO USUFRUTO

TÍTULO VII DO USO

TÍTULO VIII DA HABITAÇÃO

TÍTULO IX DO DIREITO DO PROMITENTE COMPRADOR

TÍTULO X DO PENHOR, DA HIPOTECA E DA ANTICRESE

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO II DO PENHOR

Seção I Da Constituição do Penhor

Seção II Dos Direitos do Credor Pignoratício

Seção III Das Obrigações do Credor Pignoratício

Seção IV Da Extinção do Penhor

Seção V Do Penhor Rural

Subseção I Disposições Gerais

Subseção II Do Penhor Agrícola

Subseção III Do Penhor Pecuário

Seção VI Do Penhor Industrial e Mercantil

Seção VII Do Penhor de Direitos e Títulos de Crédito

Seção VIII Do Penhor de Veículos

Seção IX Do Penhor Legal

CAPÍTULO III DA HIPOTECA

Seção I Disposições Gerais

Seção II Da Hipoteca Legal

Seção III Do Registro da Hipoteca

Seção IV Da Extinção da Hipoteca

Seção V Da Hipoteca de Vias Férreas

CAPÍTULO IV DA ANTICRESE

LIVRO IV DO DIREITO DE FAMÍLIA

TÍTULO I DO DIREITO PESSOAL

SUBTÍTULO I DO CASAMENTO

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO II DA CAPACIDADE PARA O CASAMENTO

CAPÍTULO III DOS IMPEDIMENTOS

CAPÍTULO IV DAS CAUSAS SUSPENSIVAS

CAPÍTULO V DO PROCESSO DE HABILITAÇÃO PARA O CASAMENTO

CAPÍTULO VI DA CELEBRAÇÃO DO CASAMENTO

CAPÍTULO VII DAS PROVAS DO CASAMENTO

CAPÍTULO VIII DA INVALIDADE DO CASAMENTO

CAPÍTULO IX DA EFICÁCIA DO CASAMENTO

CAPÍTULO X DA DISSOLUÇÃO DA SOCIEDADE E DO VÍNCULO CONJUGAL

CAPÍTULO XI DA PROTEÇÃO DA PESSOA DOS FILHOS

SUBTÍTULO II DAS RELAÇÕES DE PARENTESCO

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO II DA FILIAÇÃO

CAPÍTULO III DO RECONHECIMENTO DOS FILHOS

CAPÍTULO IV DA ADOÇÃO

CAPÍTULO V DO PODER FAMILIAR

Seção I Disposições Gerais

Seção II Do Exercício do Poder Familiar

Seção III Da Suspensão e Extinção do Poder Familiar

TÍTULO II DO DIREITO PATRIMONIAL

SUBTÍTULO I DO REGIME DE BENS ENTRE OS CÔNJUGES

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO II DO PACTO ANTENUPCIAL

CAPÍTULO III DO REGIME DE COMUNHÃO PARCIAL

CAPÍTULO IV DO REGIME DE COMUNHÃO UNIVERSAL

CAPÍTULO V DO REGIME DE PARTICIPAÇÃO FINAL NOS AQÜESTOS

CAPÍTULO VI DO REGIME DE SEPARAÇÃO DE BENS

SUBTÍTULO II DO USUFRUTO E DA ADMINISTRAÇÃO DOS BENS DE FILHOS MENORES

SUBTÍTULO III DOS ALIMENTOS

SUBTÍTULO IV DO BEM DE FAMÍLIA

TÍTULO III DA UNIÃO ESTÁVEL

TÍTULO IV DA TUTELA E DA CURATELA

CAPÍTULO I DA TUTELA

Seção I Dos Tutores

Seção II Dos Incapazes de Exercer a Tutela

Seção III Da Escusa dos Tutores

Seção IV Do Exercício da Tutela

Seção V Dos Bens do Tutelado

Seção VI Da Prestação de Contas

Seção VII Da Cessação da Tutela

CAPÍTULO II DA CURATELA

Seção I Dos Interditos

Seção II Da Curatela do Nascituro e do Enfermo ou Portador de Deficiência Física

Seção III Do Exercício da Curatela

LIVRO V DO DIREITO DAS SUCESSÕES

TÍTULO I DA SUCESSÃO EM GERAL

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO II DA HERANÇA E DE SUA ADMINISTRAÇÃO

CAPÍTULO III DA VOCAÇÃO HEREDITÁRIA

CAPÍTULO IV DA ACEITAÇÃO E RENÚNCIA DA HERANÇA

CAPÍTULO V DOS EXCLUÍDOS DA SUCESSÃO

CAPÍTULO VI DA HERANÇA JACENTE

CAPÍTULO VII DA PETIÇÃO DE HERANÇA

TÍTULO II DA SUCESSÃO LEGÍTIMA

CAPÍTULO I DA ORDEM DA VOCAÇÃO HEREDITÁRIA

CAPÍTULO II DOS HERDEIROS NECESSÁRIOS

CAPÍTULO III DO DIREITO DE REPRESENTAÇÃO

TITULO III DA SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA

CAPITULO I DO TESTAMENTO EM GERAL

CAPÍTULO II DA CAPACIDADE DE TESTAR

CAPÍTULO III DAS FORMAS ORDINÁRIAS DO TESTAMENTO

Seção I Disposições Gerais

Seção II Do Testamento Público

Seção III Do Testamento Cerrado

Seção IV Do Testamento Particular

CAPÍTULO IV DOS CODICILOS

CAPÍTULO V DOS TESTAMENTOS ESPECIAIS

Seção I Disposições Gerais

Seção II Do Testamento Marítimo e do Testamento Aeronáutico

Seção III Do Testamento Militar

CAPÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES TESTAMENTÁRIAS

CAPÍTULO VII DOS LEGADOS

Seção I Disposições Gerais

Seção II Dos Efeitos do Legado e do seu Pagamento

Seção III Da Caducidade dos Legados

CAPÍTULO VIII DO DIREITO DE ACRESCER ENTRE HERDEIROS E LEGATÁRIOS

CAPÍTULO IX DAS SUBSTITUIÇÕES

Seção I Da Substituição Vulgar e da Recíproca

Seção II Da Substituição Fideicomissária

CAPÍTULO X DA DESERDAÇÃO

CAPÍTULO XI DA REDUÇÃO DAS DISPOSIÇÕES TESTAMENTÁRIAS

CAPÍTULO XII DA REVOGAÇÃO DO TESTAMENTO

CAPÍTULO XIII DO ROMPIMENTO DO TESTAMENTO

CAPÍTULO XIV DO TESTAMENTEIRO

TÍTULO IV DO INVENTÁRIO E DA PARTILHA

CAPÍTULO I DO INVENTÁRIO

CAPÍTULO II DOS SONEGADOS

CAPÍTULO III DO PAGAMENTO DAS DÍVIDAS

CAPÍTULO IV DA COLAÇÃO

CAPÍTULO V DA PARTILHA

CAPÍTULO VI DA GARANTIA DOS QUINHÕES HEREDITÁRIOS

CAPÍTULO VII DA ANULAÇÃO DA PARTILHA

LIVRO COMPLEMENTAR DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS

Atualizado pela última vez por Lustato Tenterrara 18 Abr.

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Um Julgamento com Arte by Elmano Critilo de Dirceu Julgamento Poético do Desembargador Federal Tourinho Neto by Elmano Critilo de Dirceu "Se os olhos vêem com ódio, a pomba é negra; se, com amor, o corvo é branco." (Padre Antônio Vieira)…
dezembro 2
Mariza Silveira conhecimento juridico
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novembro 18

Blogs da Netjus

EXCLUENTES DE RESPONSABILIDADE CIVIL

EXCLUDENTES DE RESPONSABILIDADE CIVIL

Antonio Carlos de Paula

Responsabilidade Civil
É a obrigação de reparação do dano que uma pessoa causa a outra, o dano pode ser quanto à integridade física, aos sentimentos ou aos bens de uma pessoa, esta reparação é feita por meio de indenização, geralmente de ordem pecuniária. A teoria da responsabilidade civil visa determinar em que condições uma pessoa pode ser considerada responsável pelo dano sofrido por outra pessoa e em que proporção está ob…

Um Julgamento com Arte by Elmano Critilo de Dirceu





Um Julgamento com Arte

by Elmano Critilo de Dirceu

Certidão de nascimento - primeiro passo para o pleno exercício da cidadania.

Certidão de nascimento - primeiro passo para o pleno exercício da cidadania.



Garantir o direito ao nome e à identidade é a base da construção da cidadania.

A certidão de nascimento, que prova esse registro, é o primeiro documento de uma pessoa. Todos os demais direitos passam a depender do registro civil de nascimento: vida e saúde, educação e cultura, esporte e lazer, trabalho e previdência, liberdade individual e dignidade entre outros. A carteira de trabalho, a carteira de identidade, o t…

CONSÓRCIOS PÚBLICOS

LILIANA MARIA ALBUQUERQUE SAMPAIO








CONSÓRCIOS PÚBLICOS


















Fortaleza (Ceará)
2009
Liliana Maria Albuquerque Sampaio
RESUMO


Os Consórcios Públicos são contratos celebrados pelos entes da federação, formando uma nova pessoa jurídica, a fim de realizar atividades e alcançar objetivos comuns. Os consórcios são legitimados pela Lei 11.107/2205. Os consórcios podem instituir personalidade jurídica público caso em que serão associações ou pessoa jurídica de direito privado com re…

FUNCIONALISMO NA LEI PENAL

LILIANA MARIA ALBUQUERQUE SAMPAIO











FUNCIONALISMO NA LEI PENAL
















2009
Liliana Maria Albuquerque Sampaio



RESUMO


O presente trabalho procura analisar o Funcionalismo no Direito Penal. Estudar o Funcionalismo é considerar a função do Direito Penal no ordenamento. Portanto, é necessário observar a evolução desse Funcionalismo, avaliando a visão dos doutrinadores e de que forma influenciaram o Direito Penal no Brasil e no mundo, tais como, Jacobs, Zaffaroni e Roxin, passan…

AGENCIAS REGULADORAS

LILIANA MARIA ALBUQUERQUE SAMPAIO








AGÊNCIAS REGULADORAS


















Fortaleza (Ceará)
2009
Liliana Maria Albuquerque Sampaio
RESUMO


Com o Programa de Desestatização, o Estado passou a delegar serviços públicos à iniciativa privada. As agencias reguladoras surgiram para disciplinar esses serviços delegados pelo Estado. Cabe às agencias, portanto, definir valores, deliberar normas para a licitação, controlar serviços, impor sanções, bem como, tudo o que diga respeito aos preceitos d…

IMPOSSIBILIDADE JURÍDICA DO PEDIDO E 285-A

LILIANA MARIA ALBUQUERQUE SAMPAIO











IMPOSSIBILIDADE JURÍDICA DO PEDIDO E 285-A

















2008
Liliana Maria Albuquerque Sampaio



RESUMO


O presente trabalho procura analisar o art. 285-A do CPC introduzido no ordenamento jurídico brasileiro pela Lei 11.277 de sete de fevereiro de 2006 com o objetivo de tornar o procedimento jurisdicional mais célere. A inovação é uma medida para a solução de demandas repetitivas. Esses processos repetitivos ocorrem quando a matéria controverti…

O Caso do Senhor Waldisnei

O Caso do Senhor Waldisnei

Quem decide um caso sem ouvir a outra parte não pode ser
considerado justo, ainda que decida com justiça – Sêneca

Disseram-me que este caso ocorreu na sala de audiências de uma das Secretarias do Fórum de Contagem. Na época em que esses fatos se passaram ainda não havia sido instalado o sistema de alto-falantes que atualmente permite ao datilógrafo de audiência fazer a chamada das partes e das testemunhas tranquilamente acomodado em seu posto de trabalho.
Naquele tem…

O Caso da Ilegitimidade da Parte

O Caso da Ilegitimidade da Parte

(Ou Um Exu Baixou Nessa Audiência!)

Não é justo aquele que julga às pressas ou usa da violência; o sábio serenamente considera o que é certo e o que é errado – Texto Budista

I

Antes que dêem início propriamente à leitura da presente história, peço-lhes que me acompanhem num breve estudo sobre um importante tema do Direito: a legitimidade que as partes devem possuir para requerer um direito em seu próprio nome. Tal conceito se acha principalmente expresso em n…

O CASO DA PENHORA DA BOIADA

O Caso da Penhora da Boiada

Adia teu julgamento enquanto ouves ambas as partes - Schottus

I

Nós mineiros temos um ditado antigo e muito citado atualmente por brasileiros de todas as regiões: “dou um boi para não entrar numa briga e uma boiada para não sair dela”.
Antes de darmos as boas-vindas à leitura deste caso da penhora da boiada, vamos tentar desvendar como se originou esse ditado popular?
Com certeza será necessário que retornemos no tempo e no espaço: o desbravamento e a colonização d…

Blogs Brasil Poesias

A LEPRA DA SOCIEDADE

Para a dita parcela de privilegiados que desbunda nas noitadas regadas a scotch e chanpanhe francês, olhar a miséria de frente é um desgosto. Porque a miséria é anticomercial


Victor Hugo, que influenciou Castro Alves com sua obra Os Miseráveis, não sabia de nada. Tivesse ele visto o drama da miséria brasileira, houvesse ele lido os dados do último recenseamento do IBGE, certamente escreveria uma obra ainda mais dramática a respeito das desgraças sociais que podem se abater sobre um povo. O Bra…

Chave da Vida


Ninguém
é dono de nada.
Nem de si
nem da Vida!

Cami…

Transitoriedade da Vida by Lustato Tenterrara

A Transitoriedade da Vida by Lustato Tenterrara


A Transitoriedade da Vida!
(by Lustato Tenterrara)


"Então é Natal!", e nesses momentos indagamos a n

TÔ QUE TÔ...

Eu atento,
atormento,
excito,
não grito,
não urro,
sussurro,
falo baixinho,
faço carinho,
insinuo,
continuo,
provocando,
arrepiando,
enlouquecendo,
entorpecendo,
você!
.
Suely Ribella ©

Feliz 2MILy10 by Lustato Tenterrara: Mensagem de Felicidades: Be Happy *̡͌l̡*̴̡̡̡ı̴̴̡ ̡̡͡|̲̲̲͡͡͡ ̲▫̲͡ ̲̲̲͡͡π̲̲͡͡ ̲̲͡▫̲̲͡͡ ̲|̡̡ ̴̡ı̴̴̡ ̡̡͡*̡͌l̡


Feliz 2MILy10 by Lustato Tenterrara: Mensagem de Felicidades: Be Happy *̡͌l̡*̴̡̡̡ı̴̴̡ ̡̡͡|̲̲̲͡͡͡ ̲▫̲͡ ̲̲̲͡͡π̲̲͡͡ ̲̲͡▫̲̲͡͡ ̲|̡̡ ̴̡ı̴̴̡ ̡̡͡*̡͌l̡

Feliz 2MILy10 *̡͌l̡*̴̡̡̡ı̴̴̡ ̡̡͡|̲̲̲͡͡͡ ̲▫̲͡ ̲̲̲͡͡π̲̲͡͡ ̲̲͡▫̲̲͡͡ ̲|̡̡ ̴̡ı̴̴̡ ̡̡͡*̡͌l̡


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Espelho refletindo noutro espelho

Espelho refletindo noutro espelho
Mosaicos que traduzem o meu rosto,
Em trágico espetáculo se exposto
Traduz ao que em verdade me assemelho.

Na frágil consistência de um conselho,
A vida se invernando, eterno agosto,
Afasto-me das coisas que mais gosto,
E entrego-me ao vazio, de joelho.

As cartas e os recados foram tantos,
Meus medos não bastaram, vou morrer.
E quando isto eu percebo, passo a crer,

Que apenas coletando desenganos,
Fiz nesta vida o imenso mausoléu,
Tentando pelo menos, crer no…

O Que Mais Eu Amo na Vida?

Escrever Mulher
Ler Mulher
Amar Mulher

Mulher é tudo na Vida
Na Vida tudo que importa é a Mulher

Mulher, Prazer, Desejo...
Tudo, num encanto perfeito
Que num gemer faz do gozo uma alegria
e gera Vida com o seu prazer...

Mulher! Ser predestinado a gerar Vida.
E quando o faz, vira Mãe. Aí é outra história.

Mãe é tudo divino
Mãe é tudo de bom
Mãe é tudo de amor

Brilha por sua própria Natureza
Faz do amor uma certeza
Chora, quando sorri de Amor

Mãe é a poesia da Criação Divina
Mãe é o Poema Ma…

Natal: brilharam as estrelas!


Pela noite
pas…

Natal sem vós


Noite fria,
silenciosa,
eu aqui
de corpo gelado…

FELIZ NATAL A TODOS

Feliz natal

.

Esta próxima a noite de natal um tempo para refletirmos sobre tudo que vivemos neste ano que se encera separarmos o que de bom foi feito e pensar como fazer para que no próximo ano não cometermos os mesmos erros que cometemos no ano que se encera se não cometemos nenhum erro pensar como melhorar nossa vida e conseguir melhores momentos no decorre do novo ano. Eu desejo a você e toda esta família linda que você tem um feliz natal muita paz para todos, muita compreensão e sabedoria…

Se logo que amanhece é desta forma

Se logo que amanhece é desta forma
Não posso suportar o dia inteiro
Não vou me submeter à tola norma,
Preciso renovar o meu canteiro...

Quem anda aqui por perto já me informa
De tudo que fizeste ao companheiro,
E enquanto se maltrata se deforma
Do bem original, sequer o cheiro.

Não vou ficar sentado feito trouxa,
Deixando a vida mansa, correr frouxa,
Sem dar uma palhinha ao velho amigo,

Melhor mudar depressa desta raia,
Senão termina em rabo, mas de arraia,
Olhando mais de perto, é um perigo.…

ASSIM NÁO DÁ

Talvez fosse melhor seguir em frente
Deixando para trás velhas pendengas.
Mas tudo modifica e de repente,
Retornam as conversas, as arengas,

Calar o que se pensa e o que se sente,
Meus passos ficaram bem mais capengas,
Agindo de uma forma diferente,
Enquanto me maltratas, tu me dengas.

Mordendo e assoprando, não há jeito
Da gente ser feliz, nem confiar,
Não posso desejar amor perfeito,

Mas devo te dizer que assim não dá,
Bom ir com o andor mais devagar,
Ou então terminamos desde já...

AMAR DESESPERADAMENTE

Quisera conhecer a paciência,
Ciência de saber quanto esperar,
O amor jamais seria coincidência,
Cadenciando a vida devagar...

Porém frente aos limites da demência,
Eu sigo o tempo todo sem pensar,
Antigo coração, velha tendência,
Mergulha num imenso e belo mar,

Maldigo esta mania que inda tenho,
Se às vezes, mas por pouco, eu me contenho,
Depois abro as compotas, rapidez...

Faltando ainda muito pra aprender,
Que o tempo nunca pára de correr,
Porém é necessária a lucidez...

MENSAGEM DE NATAL

Oi!
Pare um pouquinho...
Pense no Natal...
e faça uma viagem
pelos Natais que já viveu...
Se der pra sorrir, sorria...
Se vierem lágrimas aos olhos, chore...
solte a emoção, seja ela qual for.

Respire fundo... e sorria
pra Êle,
o aniversariante do Natal,
sorria e confie...
E celebre o Natal,
mais um Natal em que,
em algum lugar,
tem alguém, desejando
que você esteja bem...

Feliz Natal!
.
Suely Ribella ©

Projetando 2010

“Adeus ano velho, feliz ano novo...”
Mais um ano se vai.
Vamos entrar em 2010, o décimo ano do milênio.
Na virada do século XXI, também pela mesma época,
Quem não fez um balanço do ano que se foi,
Calculando as perspectivas para o que ia chegar?
Nesses momentos, é certo que temos de ser otimistas:
Queremos o melhor – em todas as instâncias da vida!

Pois então, que possamos ser uma pessoa melhor,
Que saibamos perdoar,
Compreender,
Amar,
Ser solidários com os que precisam,
Encontrarmos um empr

Aonde encontrarei felicidade

Aonde encontrarei felicidade
Se nada do que faço tem valor,
O sonho deste tolo sofredor,
Não vale nem sequer uma saudade...

Quem dera se pudesse; a realidade,
Mudar e transformar abrolho em flor,
Seria então feliz e sem a dor,
Encontraria paz, tranqüilidade...

Vencer os descaminhos desta vida,
Escarpas, as falésias e os penedos,
Saber reconhecer falsos segredos,

E achar dos descaminhos, a saída.
Assim eu poderia até sorrir,
Não vejo este momento no porvir...

Já fiz os meus propósitos e sei

Já fiz os meus propósitos e sei
Que nada dará certo. Estou exausto,
Vivendo novamente um triste infausto,
Os versos que sonhara, até rasguei.

Pequenas sempre foram minhas chances,
Afinal, eu não tenho mais traquejo,
E tudo o que me resta, num lampejo
São simples ilusões. Tolos romances...

Outrora até tentei fazer uns versos
Aonde poderia demonstrar
Que além dos dias trágicos, perversos,

Existem uns momentos de bonança...
Que faço deste barco se meu mar
Ancora na fatal desesperança?

Olhai Mundo (Natal dos pobres)

Vem aí
mais um Natal!

Data cristã,
mas pouco tem de irmã!

Olhai Mundo
para a abastança,
a loucura, o frenesim
de quem
não precisa de poupança!

Olhai Mundo
para o Natal dos Pobres,
sem um cobertor,
sem pão
e apenas um coração,
com dignidade,
esperando compaixão
e um alimento para a alma,
que…

Não choro por perdidas ilusões

Não choro por perdidas ilusões,
Apenas recomeço a minha estrada,
Procuro então por novas distrações
Aliviando uma alma já cansada.

Encontro vez em quando as direções
Que possam permitir mais calma estada,
Enquanto houver de amores provisões,
Não faltará decerto quase nada.

Revejo os meus conceitos, meu pensar,
Alheio aos falsos brilhos; não me engano
E mesmo que aconteça; soberano;

Enfrento mansamente qualquer mar,
Tomando no timão, rumo correto,
Bebendo deste vinho, o predileto...

Revista Jus Navigandi

Excesso de execução. Consequências jurídicas do cumprimento de pena em regime mais gravoso que o previsto na sentença ou decisão judicial

A monografia aborda a problemática questão dos presos que fazem jus ao regime semi-aberto, mas que, por insuficiência de vagas nos estabelecimentos adequados, permanecem inconstitucionalmente no regime fechado. Por: Rafael de Souza Miranda

A tipicidade no objeto da cognição judicial

Discute-se na doutrina qual seria o enquadramento sistemático da tipicidade no objeto da cognição judicial, vale dizer, se a tipicidade seria questão afeta aos pressupostos processuais, às condições da ação ou ao mérito da causa. Por: Paulo Henrique da Silva Aguiar

Considerações ao artigo 6º da Lei nº 10.101/2000

Por: Claudio Rodrigues Abranches

"Astreintes" contra Fazenda Pública

Por: José Guerra de Andrade Lima Neto

Comissão de permanência

Por: Diego Mantovani

Fundação pública: personalidade jurídica de direito público ou privado?

Fundações instituídas pelo Poder Público alegam esse ou aquele regime jurídico com o objetivo de furtarem-se ao cumprimento de determinadas regras que, conforme o caso, não lhes seriam convenientes. Por: Patrícia Viana Ferreira

Repensando o cooperativismo de trabalho

Por: Gustavo Henrique Moreira do Valle

O uso da analogia nas normas penais incriminadoras para extensão do tipo penal

Por: Rêidric Víctor da Silveira Condé Neiva e Silva

O problema da regulação e a competência fiscalizatória do Tribunal de Contas da União sobre as atividades-fim dos órgãos reguladores

Tramita na Câmara dos Deputados projeto de lei que pretende restringir o controle e a fiscalização do TCU sobre o mérito das atividades regulatórias das agências. Por: Leonardo dos Santos Macieira

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